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MITOS SOBRE OS EXERCÍCIOS PARA EMAGRECER E SEUS
EFEITOS -
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Quando existe pouca informação disponível sobre
um determinado assunto, muitas vezes causa confusão,
o que acaba o fazendo se tornar um mito. Isso acontece com
os efeitos que são atribuídos à atividade
física em geral e do exercício para emagrecer
e tonificar, em particular. E quanto de verdade existe no que
você sabe?
Menor gordura abdominal no abdomen.
- A
gordura diminui como resultado de um déficit calórico,
o que é conseguido através de iniciar uma
dieta comendo menos calorias que você queima em
atividades diárias.
- Os exercícios de força “aumentam” o
volume dos músculos.
- Um dos mitos mais difundidos em tom de verdade é que
exercícios de força para conseguir aumentar
o volume dos músculos necessários auxílio
exógeno, muito treinamento, levantar cargas pesadas
e alcançar a falha muscular.
- Ao exercitar uma parte do corpo, se dilui.
- O corpo se reduz uniformemente, por isso é impossível
de se fazer exercícios de braço, e eles
automaticamente perderem peso. O mais provável
de acontecer é que
aumente seu tônus muscular e, portanto, melhora
sua aparência.
- Quando se sua muito, você perde a gordura rapidamente.
- Quando o suor é tudo que você perde, água
e eletrólitos são rapidamente repostos.
Portanto cintos térmico não vai ajudar
em nada.
- EQUILÍBRIO EMOCIONAL X BOM DESEMPENHO -
- Todo atleta deve ter um bom equilíbrio emocional, para que possa atingir o máximo de seu desempenho. Este equilíbrio pode ser obtido junto a seus familiares, que devem não somente incentivar mas também partilhar de sua atividade esportiva (estar presente em treinos e jogos), de uma forma sadia e adequada.
- O que comumente podemos observar é que em sua maioria, os pais tornam-se torcedores excessivamente exigentes, cobrando de seus filhos o que eles não são capazes de realizar e assim demonstrando sua frustração pessoal, por não ter sido um grande atleta ou que seu filho também não seja.
- Toda pressão, leva o atleta a reduzir o seu desempenho ao invés de melhorá-lo. Nós adultos devemos respeitar os limites de nossas crianças e procurar conduzi-las dentro de seu próprio ritmo.
- O treinador também tem um papel muito especial neste desenvolvimento, pois ele deve agir como um educador e não com um repressor, demonstrando ter também um bom equilíbrio e assim conseguindo obter um grupo coeso, que será capaz de entender com facilidade a orientação. Caso contrário, se for estressado, terá em suas mãos atletas nervosos e que não corresponderão ao solicitado.
- Precisa também respeitar para ser respeitado, evitando falar palavrões, ser agressivo, menosprezar ou humilhar seus atletas. A inocência de criança deve ser preservada, para que a violência não esteja presente nos esportes também, mas sim seja fonte de prazer e satisfação.
- Devemos também estar atentos as modificações de comportamento dos atletas, elas podem nos revelar muitas coisas, tanto boas como ruins.
Valéria Moreira Soares Psicóloga
CRP 06/33.787-6
Fone: 9184-7395
E-mail: valeriamspsic@ig.com.br
- CORAÇÃO
DE ATLETA -
- Os especialistas em
medicina do esporte indicam 7 avaliações como
sendo ideais para os atletas (crianças e adolescentes
que querem ser atletas profissionais):
1. Anamnese (análise individual do paciente com detalhamento do histórico
familiar).
2. Exame físico.
3. Exames laboratoriais (análise do sangue para descobrir possível
anemia ou outras deficiências).
4. Teste ergométrico (feito na esteira com bucal e nariz tampado. Usado
para analisar a freqüência cardíaca, pressão arterial
e capacidade física da pessoa).
5. Eletrocardiograma de repouso (a pessoa fica deitada com eletrodos pelo corpo
para análise dos batimentos cardíacos e possíveis alterações).
6. Radiografia do tórax (avaliação pulmonar e avaliação
do tamanho do coração).
7. Ecocardiograma (ultra-sonografia do coração que avalia toda
a sua anatomia).
Para os esportistas (crianças e adolescentes que praticam esportes para
recuperar saúde ou por Hobby), são 3 os exames indicados:
1. Auscultar o coração e os pulmões.
2. Palpar abdômen, pulsos, braços e pés.
3. Medir a pressão arterial nos braços e pernas.
- Baseado nessas informações
(Folha de S.Paulo – Domingo,
26/07/05), é importante que os pais procurem orientação
médica para os seus filhos antes de iniciarem a prática
competitiva. Na Itália, por exemplo, o exame cardíaco
completo é Lei. No Brasil ainda não há legislação
que exija esses exames.
Saiba mais:
Miocardiopatia – Doença no músculo cardíaco
que pode provocar a morte súbita com a prática
de esporte físico acentuado.
Cardiomiopatias Hipertróficas – Provocam
um engrossamento assimétrico do coração
e, dependendo do nível desse engrossamento, pode obstruir
o fluxo sanguíneo
(o engrossamento do coração é um problema
genético e evolutivo). Iran Campos
(Professor do Curso de Futsal: A Criança no Esporte – UniFMU
- SP)
- CUIDADO
COM AS BOLHAS NO PÉ !!! -
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As bolhas são realmente um perigo. Uma bolha no pé faz
com que você caminhe fugindo da dor, alterando a postura
natural. Isso pode provocar distensão muscular ou
tendinite, o que facilita uma queda. A dor começa,
aumenta, você se apoia mais na outra perna, muda o
centro de gravidade para compensar e se esquece de que está levando
uma carga pesada nas costas. Os músculos da perna
sobrecarregada se cansam, você se cansa, a dor atrapalha
a sua concentração e basta um terreno acidentado
ou escorregadio para que tudo isso lhe jogue no chão.
Parece exagero, mas não é. Não vamos
engana-lo. Você vai ter bolhas. Aliás, vai ter
bolhas enormes que vão doer muito. Mas também
lhe dizemos que você não vai desistir só porque
tem bolhas enormes e elas doem muito.
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O melhor a fazer é ataca-las, antes que elas ataquem você.
Enquanto estiver caminhando, assim que sentir uma região
do pé sensível e dolorida, pare, tire o sapato e
proteja o lugar com band-aid. Na Europa, existe um espécie
de esparadrapo especial para estes casos, mas se não
achar, vire-se com band-aid mesmo.
- As bolhas se formam porque o suor amolece a pele e a deixa
mais sensível ao atrito. Forma-se na região afetada uma
reação parecida com a de uma queimadura e surge
uma pequena bolsa cheia de líquido transudado - sendo transudado
segundo o velho amigo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira,
“líquido que sai dos vasos sangüíneos
sem ser por mecanismo inflamatório”. - Segundo os
médicos, esse líquido é pobre em proteínas,
o que nos deixa aliviado, porque a última coisa que queríamos
é que esse liquido fosse nutritivo.
- Muito bem. Lá está ela. Você não
conseguiu evitar e agora tem uma gorda e dolorosa bolha no pé.
Pense um pouco e antes de cuidarmos dela examine as origens. Talvez
você tenha andado depressa demais, ou esteja usando calçados
inadequados . Agora não adianta reclamar. Pegue a água
oxigenada e limpe o local usando algodão e prepare-se para
costurar. Pegue a agulha e linha no estojo, passe a linha pelo
buraco da agulha e dê um nó na ponta como se fosse
mesmo costurar. Agora mergulhe tudo na água oxigenada.
Limpeza é essencial. Pronto? Não vai doer. Passe
a agulha pela bolha e prossiga até a linha ficar atravessada
no interior da bolha. Pare.
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Corte-a deixando para fora da bolsa 1 centímetro de cada
lado. Pronto. A linha fica lá dentro mesmo e essas duas
pontas vão funcionar como drenos. Passe delicadamente um
pouco de pomada cicatrizante - trofodermin, por exemplo. Proteja
o local com algodão e cubra tudo com um band-aid ou dois
dependendo do tamanho do band-aid e da bolha. Troque o curativo
todos os dias, mas deixe a linha lá.
- Mesmo com todos esses cuidados e com o curativo, você
vai andar e vai doer. No primeiro dia vai sentir mais dor justamente
quando parar de andar. No segundo dia, vai sentir o pé
inchado e vai doer mais ainda. A dor é a maneira como o
organismo diz: “hei! Olha ai, meu chapa! Tem alguma coisa
errada na sola deste pé. É melhor não pisar”.
A epiderme que existia ali está ocupada contendo líquido.
Sem a epiderme, a região ficou sem proteção
e as terminações nervosas estão mais expostas
e excitadas. Você insiste em caminhar e o organismo mantém
o protesto. Lá pelo terceiro ou quarto dia, aquele pele
externa da bolsa começa a secar. A bolha se esvazia e resta
apenas uma pele amarelada e grossa e uma linha. Agora já
não dói mais.
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Você venceu. Puxe a linha inteira para fora e respire aliviado.
Fez a coisa certa. O erro mais comum é cortar a bolha assim
que ela aparece. Muitos usam o canivete ou a tesoura e simplesmente
furam, cortam e eliminam a pele branca que continha o líquido.
Acontece que a pele que estava por baixo daquela proteção
não está pronta para ser exposta, pois a epiderme
não se formou ainda, e isso pode ficar complicado, uma
vez que é exatamente essa região que vai continuar
sofrendo o atrito das fibras da meia. Com o método da “costura”,
você garante a proteção com a pele externa,
esvazia gradativamente a bolsa usando o dreno das linhas e dá
à nova pele tempo suficiente para ela se tornar resistente,
o que pode levar de quatro a cinco dias, talvez mais, dependendo
do caso. Mas não fique tão animado. Esta bolha que
acaba de ser curada provocou uma outra. Fugindo da dor, você
começou a colocar mais peso no outro pé e apareceu
uma zona sensível e dolorosa, resultado da má postura.
Pare e proceda da mesma forma. Não se preocupe, é
assim mesmo. Bolhas são a marca registrada de quem anda
e um dos assuntos mais comuns no caminho. Você vê
o sujeito de concha no pescoço, mochila e bastão,
e antes de perguntar o nome ou de onde ele vem, quer saber quantas
bolhas ele tem - blister em inglês e ampolhas em espanhol.
- Para evitar bolhas, existe um método interessante que
a cantora baby do brasil (baby consuêlo) indica no seu ótimo
livro “peregrina: meu caminho no caminho” (vê
bibliografia). Que consiste em:
“o peregrino deve andar durante um intervalo de uma hora
e, ao final deste, parar por quinze minutos para descansar os
pés.” Repetindo este simples exercício ao
longo do caminho, você poderá evitar muitas dores
de cabeça, ou no caso, nos pés.
- Se a situação ficar feia, para e descanse um dia
ou dois. Se sentir sintomas de febre ou inflamação,
procure um médico. É para isso que eles existem.
Se não for nada sério, aproveite a parada para trocar
o curativo mais vezes e, se possível, tomar sol nos pés.
Lembre-se daquele ditado que diz que o peregrino anda quando pode,
não quando quer. Relaxe, aproveite o descanso para recobrar
as energias e para colocar o diário em ordem. Não
há pressa.
“Mais importante do que aquilo que
se leva consigo, é o que se vai ganhando a longo do caminho.”
A.A.C.S. de São Paulo.
- DICAS
DE SAÚDE PARA O CARNAVAL -
- Uma coleção
de dicas para aproveitar ao máximo o carnaval e prevenir
as doenças que rondam a folia. A maratona do carnaval exige
cuidados especiais com a saúde para aproveitar ao máximo
a folia e prevenir doenças as quais os foliões estão
mais expostos.
- No carnaval é
necessária atenção especial com a alimentação,
reposição de líquidos, comportamentos sexuais
de risco, uso de bebidas alcoólicas, dentre outros riscos
típicos do feriado mais famoso do país.
- ALIMENTAÇÃO
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- O carnaval
pode ser considerado uma maratona e por isso exige alimentação
reforçada. Na véspera da folia, recomenda-se consumir
mais carboidratos, como arroz, pães, macarrão, batata
e aveia. De preferência as versões integrais, que
sustentam por mais tempo.
- Imediatamente antes
da folia, são recomendadas as frutas, pois são ricas
em água e sais minerais.
- Depois da maratona,
além de consumir carboidratos, proteínas também
são importantes, e podem ser encontradas em carnes magras,
ovo e feijão.
- HIDRATAÇÃO
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- Esse é um dos
pontos mais importantes para se manter saudável. Recomenda-se
que entre três e quatro horas antes da maratona o folião
consuma de 250 a 500 ml de água, sucos ou água de
coco. Durante a folia, o ideal é beber de 150 a 200 ml
a cada 15 minutos a meia hora, dependendo da intensidade.
- Bebidas energéticas
e esportivas são uma boa opção para quem
vai praticar exercícios intensos e por um longo tempo.
Mas existe um alerta para as bebidas energéticas que contém
cafeína, pois aumentam a perda de líquidos do organismo,
merecendo hidratação em dobro.
- LESÕES
MUSCULARES -
- O carnaval
é uma época do ano em que as lesões de músculo
se tornam mais comuns, segundo Marcelo Petrilli, médico
do departamento de ortopedia e traumatologia da Universidade Federal
de São Paulo, especialista em cirurgia de joelho. De acordo
com Petrilli, essas lesões podem ser divididas em dois
grandes grupos: lesões traumáticas decorrentes de
acidentes e as lesões traumáticas ou por sobrecarga,
decorrentes da maior atividade física sem o preparo adequado.
- Pessoas com sobrepeso,
sedentárias e que já apresentam problemas musculares
são o grupo de maior risco para lesões, e, portanto,
devem ter mais cuidado. Além disso, o especialista explica
que sambar na avenida com sapatos de salto alto exige das passistas
um preparo extra, pois os saltos aumentam a carga nas articulações,
principalmente dos joelhos.
- Outra dica importante
é utilizar um calçado adequado, de preferência
um tênis confortável, fazer exercícios de
alongamento e um aquecimento antes do desfile.
- BEBIDAS
ALCOÓLICAS -
- O
uso de bebidas alcoólicas no carnaval é muitas vezes
excessivo, sendo uma das maiores causas para interromper a folia,
ou pior, ser causa de acidentes de trânsito, quando o folião
esquece a regra principal: Se beber, não dirija.
- Sobre a associação
de álcool e atividades físicas, é importante
lembrar que o álcool também aumenta a perda de líquido.
O ideal seria o consumo moderado e beber mais.
- DST
e AIDS -
- A sensação
de liberdade típica do carnaval, associada ao consumo excessivo
de álcool, também aumenta as chances contrair Doenças
Sexualmente Transmissíveis, dentre elas a AIDS.
- A informação
também é uma grande aliada na hora da prevenção,
então é fundamental se informar sobre as doenças
e os modos de preveni-las.
- POR
FIM -
- É
fundamental ter limites e não exagerar a ponto de ficar
tão mal e deixar de curtir o carnaval. Pode beber comer,
se divertir, dançar, mas com uma dose moderação.
O carnaval é uma data do ano que proporciona alegria, festa,
farra, dança, samba, momentos de soltar todos os bichos,
mas para que isso aconteça e não traga nenhuma conseqüência
negativa temos que nos cuidar. Palavras da madrinha de bateria
da Vai-Vai.
VOCÊ
SABIA QUE MEIA HORA DE EXERCÍCIOS POR DIA MANTÉM
A FORMA ?
- Pois é, e não
precisa ser sem interrupções. O melhor agora é
ser um WELLNESS, termo que pretende designar adepto do bem-estar
físico.
- Um dos maiores estudos a favor dos Wellness foi realizado por
cientistas da Universidade de Harvard e pelo médico Ralph
Paffenberguer. O time de cientistas concluiu que o “pulo
do gato”, capaz de diminuir em mais de 30% o risco de doenças
ligadas ao sedentarismo, é sair da inércia (preguiça)
e movimentar o corpo meia hora por dia.
- Segundo o médico do Esporte, Victor Matsudo, diretor
do CELAFISCS (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão
Física de São Caetano do Sul) essa meia hora diária
não precisa ser sem interrupções. “Se
alguém se exercitar 10 minutos de manhã, mais 10
minutos à tarde e 10 minutos à noite, já
basta”, ensina ele.
- AS
MELHORES DICAS -
- 30 minutos de dança
de salão;
- 30 minutos de caminhada – 3,2 km;
- 10 a 15 minutos de corrida – 2,4 km;
- 15 minutos de bicicleta – 6,4 km;
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VANTAGENS -
- A atividade física
evita a formação de coágulos e diminui o
risco de infarto;
- Coágulos: Transformação de sangue líquido
em massa sólida.
- Os exercícios ajudam o sistema de defesa a destruir células
malignas e são decisivos na prevenção do
câncer;
- A ginástica ajuda a manter a pressão normal e
diminui o risco de derrame.
Então...
- Caminhe até a padaria pela manhã;
- Após o almoço, caminhe até o final da rua
ou quadra;
- À noite, convide um amigo para colocar o papo em dia.
Ou simplesmente caminhe apreciando as belezas da natureza e da
sua cidade;
- Se não houver espaço próximo ao local onde
você mora, para uma boa caminhada, combine com amigos e
vá em outro lugar, mas nunca desista.
- Em todo os casos, use sempre roupas e calçados confortáveis.
E lembre-se:
O IMPORTANTE É SER FELIZ COM SAÚDE!
- ODONTOLOGIA
PODE MELHORAR O RENDIMENTO ESPORTIVO -
- Estudos
realizados por Hilton José Gurgel Rodrigues monitorou o
desempenho de atletas amadores no interior de São Paulo.
- Dores
nos dentes podem parecer uma situação extremamente
corriqueira para pessoas comuns. No âmbito esportivo, contudo,
uma simples dor de dente pode ser determinante para prejudicar
o desempenho de um atleta e decidir um jogo. Essa inter-relação
entre o rendimento e a saúde bocal é o tema de um
estudo realizado pelo dentista Hilton José Gurgel Rodrigues,
consultor da Associação Brasileira de Odontologia.
- "Muita
gente pensa que a odontologia esportiva é só o uso
de protetores bucais, mas vai muito além disso. O dentista
que quer trabalhar com o esporte precisa se capacitar para isso.
Por exemplo, precisa saber quais medicamentos podem ser usados
e quais podem ser considerados como doping", lembrou Rodrigues
em entrevista ao Jornal da Cidade de Bauru.
- Como
exemplo do quanto os problemas bucais podem influenciar no rendimento
de um atleta, Rodrigues citou o caso de um atleta com infecção.
Se isso não for tratado corretamente, esse processo pode
atrapalhar a recuperação de uma lesão muscular
por conta das alterações na corrente sanguínea.